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quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Hidrogênio Si-12 – O fundamento da transmutação sexual {Samael Aun Weor}









Tocar, dentro do terreno médico, as questões mais profundas dos Mistérios do Sexo, equivale quase a desatar, como Ulisses, os odres nos quais Eolo encerrara os ventos.”
É absolutamente claro, a todas as luzes, que o próton é o núcleo básico do hidrogênio, quer dizer, a parte mais central do mais leve e mais simples de todos os elementos conhecidos, o hidrogênio. O cientista Prout, em seu tempo, já admitia que os diferentes elementos da Natureza são formados por condensações do mais simples, o hidrogênio.
Existem 12 hidrogênios fundamentais, que correspondem a 12 categorias de matérias contidas no Universo, desde o Absoluto até os Mundos Infernos, simbolizados por Dante em sua Divina Comédia e que estão situados dentro do Reino Mineral Submerso no interior da Terra.
É urgente saber que existem 12 hidrogênios básicos fundamentais no Universo, que estão escalonados de acordo com as 12 categorias de matéria. As 12 categorias de matéria existem em toda a Criação; recordemos os 12 Sais do Zodíaco, as 12 esferas de vibração cósmicas dentro das quais deve desenvolver-se uma humanidade solar.
Dos 12 hidrogênios básicos derivam todos os hidrogênios secundários, cujas variadas densidades vão desde o 6 até o 12.283. Este termo tem um significado muito extenso no Gnosticismo. Qualquer elemento simples é realmente um hidrogênio de certa densidade.
O hidrogênio 384 encontra-se na água, o 192 no ar, o 96 está depositado sabiamente no magnetismo animal, nas emanações do corpo humano, nos raios X, hormônios, vitaminas etc.
Os Irmãos do Movimento Gnóstico já estão muito familiarizados com os hidrogênios 48, 24, 12 e 6, devido a que os estudamos em nossas passadas Mensagens de Natal. O hidrogênio 48 corresponde ao cloro (Cl), peso atômico 35,5; o hidrogênio 24 corresponde ai flúor (Fl), peso atômico 19; o hidrogênio 12 corresponde ao hidrogênio da química (H), peso atômico 1. O carbono (C), o nitrogênio (N) e o oxigênio (O) têm pesos atômicos de 12, 14 e 16. O hidrogênio 96 corresponde ao bromo (Br), peso atômico 80; o hidrogênio 192 corresponde ao Iodo (I), peso atômico 127.
Este interessantíssimo tema dos hidrogênios pertence ao ramo da Química Oculta ou Química Gnóstica e, como é um assunto demasiado difícil, para o bem dos nossos estudantes gnósticos, vamos estudá-lo pouco a pouco, em cada uma de nossas Mensagens de Natal.
Passemos, agora, a estudar o famoso Hidrogênio Sexual Si-12, o maravilhoso hidrogênio criador, que é sabiamente elaborado na fábrica do organismo humano.
A comida passiva do prato passa dentro do organismo humano por muitas transformações, refinamentos e sutilizações, que se processam dentro da escala musical: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá e Si. Quando estamos mastigando o alimento, o qual está em sua fase mais dura, ressoa o Dó; ao passar pela laringe, dá o Ré; depois ao descer para a região do estômago, dá o Mi; quando já começam os processos do fígado e do baço, dá o Fá da Criação; a nota Sol vem com a atividade do pâncreas e dos intestinos; a nota Lá surge quando os princípios vitais entram na corrente sanguínea; o Si, que é a nota mais elevada, surge quando já se elabora este elixir de energia maravilhosa que está nas glândulas sexuais, a Ens Seminis, o Hidrogênio Sexual Si-12, o Azougue em bruto.
É inquestionável que o citado Hidrogênio Sexual Si-12 representa o produto final das transformações dos alimentos dentro do maravilhoso laboratório do organismo humano.
Como Einstein já demonstrou que a matéria é suscetível de se transformar em energia e que a energia pode se transformar em matéria (E = mc2), ninguém hoje em dia estranhará que a Entidade Seminal, na qual se encontra o Hidrogênio Sexual Si-12, possa converter-se em energia.
Vejam um poço de água no caminho, na estrada, com o calor do Sol esta água vai se evaporando, até se converter em nuvens e, em última síntese, em energia, em raios e trovões. Todas as águas dos mares e dos rios convertem-se em nuvens e, por último, em raios e trovões, isto é, em energia. A mesma coisa acontece com a Ens Seminis.
O que se entende por Ens Seminis? A entidade do sêmen, o licor seminal ou, em outras palavras, o Esperma Sagrado! Hoje em dia tem-se a tendência a considerar o esperma simplesmente como uma substância secretada por nossas glândulas endócrinas sexuais. Contudo, o esperma é sagrado, porque no esperma está contida nossa verdadeira identidade.
Os Alquimistas medievais viam no esperma o Vitriol. Esta palavra é um acróstico derivado da frase Visita interiore terrae, rectificando invenies occultum lapidem (Visita o interior da nossa Terra que, retificando, encontrarás a Pedra Oculta).
Mas, que Pedra precisamente se referiam os Alquimistas medievais? À famosa Pedra Filosofal! Tal Pedra deve ser fabricada. Não há dúvida que existem fórmulas para sua fabricação, certamente estas fórmulas baseiam-se em saber transmutar a Libido Sexual, quer dizer, converter o esperma em energia.
Se com a Ens Seminis podemos dar vida a um filho, se podemos reproduzir a espécie, encher o mundo com milhões de seres, é certo e de toda verdade que com a Entidade do Sêmen podemos, ainda que pareça incrível, dar vida a nós mesmos e nos convertermos em verdadeiros Super-Homens, no sentido mais completo da palavra.
Falando de um ponto de vista estritamente científico, diremos que o Esperma Sagrado, ao não ser ejaculado, se converte nisso que se chama “nodo”. Os “nodos” são energia (eletricidade transcendente).
A Energia Sexual, então, ascende até o cérebro por determinados canais ultrassensíveis da espinha dorsal, que se relacionam com o Vago e o Simpático. O cérebro dinamiza-se com esse tipo de energia, que se desenvolve e se dilui na massa cerebral, abrindo-se, com essa força, o Poder que se encontra na psique.
Mediante a transmutação da Libido Sexual, certamente conseguiríamos aquilo que alguns chamaram de “cerebrizar o sêmen e seminizar o cérebro”, pois, como é do conhecimento dos homens da ciência que nem todas as áreas do cérebro estão atualmente trabalhando.
Hoje em dia, a medicina sabe que apenas uma mínima parte do nosso cérebro está trabalhando, ou exercendo suas funções. Inquestionavelmente, muitas áreas do cérebro estão inativas.
Se, com o pouquinho do cérebro que está ativo, conseguimos criar foguetes atômicos que viajam à Lua, conseguimos criar bombas atômicas como as que destruíram Hiroshima e Nagasaki, aviões supersônicos que viajam a velocidades extraordinárias, que tal se nós regenerássemos o cérebro, se puséssemos em atividade todas as partes do cérebro, se a totalidade da massa encefálica estivesse trabalhando? Então poderíamos transformar este mundo, mudá-lo, torná-lo maravilhoso…
Mas é preciso regenerá-lo, seminizá-lo, “cerebrizar o sêmen e seminizar o cérebro”. Aí está a chave! É possível seminizar o cérebro!
Os grandes músicos de antigamente, Beethoven, por exemplo, também Mozart, Chopin ou Liszt, foram homens que tiveram o cérebro seminizado, homens que deram a seu cérebro capacidades extraordinárias, que utilizaram uma porcentagem maior das áreas cerebrais.
Mas, hoje em dia a coisa, é muito diferente, o cérebro humano degenerou muito e não nos damos conta disso…
Se estivermos satisfeitos no meio de uma farra, se estamos de acordo com a “última onda”, em pleno rock’n’roll, e de repente alguém tira o disco e coloca a Nona Sinfonia de Beethoven, como vocês se sentiriam? Por certo não continuariam na festa. É claro que vocês não iriam insultar o dono da casa, mas muito decentemente se retirariam, não é? Por quê?
Na Idade Média e depois, por exemplo, quando o cérebro ainda não havia degenerado tanto como agora, a coisa era diferente: dançava-se a pura valsa, ao compasso da música clássica, em plena refeição estavam os músicos, fazendo vibrar as mais deliciosas sinfonias, Beethoven, Mozart, Liszt, Chopin estavam na moda. Isso era na Idade Média e depois, senhores, mas agora não estamos na mesma Idade Média. Se colocarem agora uma música dessas em plena festa, simplesmente nos despedimos e vamos embora. Por quê? Porque ficamos aborrecidos. E por quê?
Sejamos analíticos, estamos aqui para analisar. Simplesmente porque o cérebro está degenerado, há certas áreas que já não podem apreciar a boa música. E por que o cérebro se degenerou? Simplesmente porque há vários séculos estamos extraindo de nosso organismo a Entidade do Sêmen!
E não o extraímos unicamente para dar a vida a outras criaturas, não. Nós o extraíamos porque gostamos, porque é um prazer, isso é tudo. Por isso temos gostado tanto da luxúria, dos leitos de prazer, gozando “mil maravilhas”. Mas o “Paganini” foi o cérebro, ele é que teve de “pagar o pato”. E agora acontece que muitas áreas não estão trabalhando. É possível regenerar o cérebro, mas para regenerá-lo há que transmutar a Entidade do Sêmen e convertê-la em energia.
Só assim poderemos “seminizar o cérebro”. Quando o esperma sagrado se transforma em energia, são produzidas mudanças psicossomáticas extraordinárias. Bem sabemos o que são esses vasos hormonais de nossas gônadas, como trabalham, como passam os hormônios de vaso em vaso, e como, por último, chegam até a próstata, através dos cordões espermáticos. Bem sabemos como a próstata é valiosa, ali se produzem as maiores transformações na Entidade do Sêmen, e por último, os hormônios entram na corrente sanguínea.
A palavra hormônio vem de uma raiz grega que significa “Ânsia de Ser, Força de Ser”. Os hormônios foram estudados por nossos homens de ciência, são maravilhosos. Os hormônios sexuais, por exemplo, quando entram na corrente sanguínea realizam prodígios.
Quando os hormônios tocam as glândulas endócrinas (seja a tireoide ou a paratiroide, as suprarrenais, o timo etc.) as estimulam, fazendo com que esses pequenos microlaboratórios produzam mais hormônios por todas as glândulas em geral, enriquecendo a corrente sanguínea de forma extraordinária; então desaparecem as doenças e as enfermidades.
Vocês sabem realmente o que é a velhice? Possivelmente pensam que ela está relacionada com os anos, com o tempo. Contudo, isso que se chama “tempo” não é mais que uma ilusão da mente. Um dia vamos ao campo, vemos o nascer do Sol e dizemos que são seis horas da manhã. Quando o Sol se põe dizemos que se passaram doze horas.
Mas onde estão essas doze horas? Pergunto a mim mesmo e a vocês, de onde as tiramos? Gostaria que alguém colocasse essas horas em um laboratório para serem examinadas, para ver de que são feitas, se de ferro ou de cobre ou de que materiais são feitas essas tais horas… De onde as tiramos? De que substâncias são feitas? São redondas ou quadradas? Gostaria de conhecê-las, de poder vê-las…
Realmente, esse tal tempo não existe, é uma invenção da mente. O que aconteceu foram os processos de nascer e do pôr do sol e, entre um fenômeno e outro, colocamos nossas tão cacarejadas horas. Isso não passa de uma invenção da mente. Esses dois fenômenos acontecem dentro de um instante eterno…
Portanto, esse tal tempo não existe; o tempo é completamente subjetivo, não tem uma fonte objetiva, real, não passa de uma invenção da mente. A mesma coisa acontece com esta questão da velhice. Nós dizemos “tenho 80 anos e, portanto, sou velho”, mas mostrem esses 80 anos, onde estão?
Eu gostaria que colocassem esses tão cacarejados 80 anos em um laboratório para ver de que são feitos.
A crua realidade, meus caros irmãos, é que houve uma sucessão de fenômenos no nosso organismo, células novas se transformaram em células velhas. Devido a processos equivocados de assimilação e eliminação, as células novas tornaram-se velhas, isto é, deterioraram-se e foram eliminadas.
Por último, prevalecem no organismo as células em vias de eliminação, células desgastadas; então dizemos que há aí processos mecânicos defeituosos. Agora, tenha-se em conta, e é bom que vocês saibam, que os hormônios mais poderosos do organismo humano estão nas glândulas sexuais de secreção interna.
Pensem, por um momento, no que são os hormônios sexuais, os espermatozoides. Os testículos têm três capas ou camadas; a primeira camada testicular tem células que nos permitem viver e que manifestam sua atividade muito especialmente durante os 7 primeiros anos da infância, quando passamos pela regência da Lua. Mais tarde, dos 7 aos 14 anos, sob a regência de Mercúrio, entra em atividade a segunda camada testicular, que define muito bem o sexo do menino. E muito mais tarde, dos 14 aos 21 anos, sob a regência de Vênus, entra em atividade a terceira camada testicular, que produz abundantes espermatozoides.
Estes espermatozoides, que são produzidos na terceira camada testicular, ascendem pelo testículo adjacente e seguem pelo cordão espermático rumo às vesículas seminais, até chegar à próstata.
É interessantíssimo saber que, conforme os espermatozoides vão subindo pelos cordões espermáticos, vão se eletrificando, se carregando de grande eletricidade, e o mais curioso e interessante é que se imantam de sul a norte, isto é, funcionam como uma bússola, também se orientam de sul a norte, eletrificados, imantados…
É interessantíssimo vê-los subindo pelos cordões espermáticos, passando de um canalículo a outro até chegar realmente às vesículas seminais, onde o esperma se purificará e eletrificará mais ainda…
Assim, esses espermatozoides ficam mais depurados, até chegarem à próstata. Aí existe um chakra importante, o Swadhistana, que é fundamental no magistério da transmutação sexual. A transmutação sexual tem como fundamento a próstata. O chakra prostático é importantíssimo, ali o esperma purifica-se totalmente, torna-se completamente radioativo, sutil, eletromagnético etc., se transformando em energia com a transmutação.
Os espermatozoides decompõem-se em hormônios. Esses passam através das membranas entrando na circulação sanguínea e estimulando ativamente as glândulas de secreção interna. Colocam-nas para trabalhar com uma intensidade extraordinária. Depois continuam seus cursos ascendentes até chegar ao cérebro.
Aí colocam em atividade áreas do cérebro que já não trabalham, que estão degeneradas; dinamizam todas as áreas cerebrais e colocam em ação determinados poderes latentes do homem etc. Desgraçadamente, e isso é que é grave, meus caros irmãos, as pessoas estão degeneradas.
Os homens comuns e correntes não deixam sequer os espermatozoides ir até a próstata, os eliminam quando ainda estão nas vesículas seminais, para satisfazer seus impulsos brutais. Nestas circunstâncias, o cérebro se degenera terrivelmente por falta de hormônios, não recebe os hormônios sexuais e perde sua capacidade de ação.
As faculdades latentes no homem atrofiam-se porque não há o estímulo suficiente dos hormônios sexuais que, como já disse, são muito poderosos, têm o poder de colocar em atividade todas as glândulas de secreção interna, para fazê-las produzir hormônios de todo tipo, que dinamizam o organismo vivo.
Também temos de levar em conta outros fatores. A força sexual é a que produz no feto o fenômeno da mitose, a divisão das células com o propósito da gestação humana ou animal, ou o que seja. A presença da energia criadora faz com que a célula original, que como já se sabe, tem 48 cromossomos e se divide em duas, que se divide em quatro, as quatro em oito etc., formando assim os tecidos, os órgãos etc.
Esse é o processo de gestação, de formação das criaturas no ventre materno. Agora, se levamos isso ao campo da transmutação sexual, veremos que os hormônios sexuais ativos dentro do sangue, carregados de eletricidade e magnetismo, vão produzir no organismo humano vivo do adulto os processos de mitose, isto é, novas divisões de células, formação de novos tecidos etc. É assim que, do ponto de vista biológico, se consegue a completa regeneração e o rejuvenescimento do organismo humano.
Qual é, por exemplo, a diferença entre os jovens da “nova onda” e os velhos antiquados e retardatários? É que a terceira camada testicular de um jovem está produzindo hormônios sexuais em quantidades alarmantes, espermatozoides aos montes. Todos esses espermatozoides, transformados em hormônios, vão até ao cérebro e o renovam, por isso os jovens têm uma maneira de pensar revolucionária, se abrem ao novo etc.
Por outro lado, os pobres velhos, que já gastaram o esperma sagrado, degeneraram pelo abuso sexual, estão francamente “amolecidos”, e a terceira camada testicular produz pouquíssimos espermatozoides. Gastam dias, 20 dias, um mês ou mais acumulando espermatozoides suficientes para conseguir uma ereção fácil e, quando a conseguem, vem o coito e eliminam esses espermatozoides.
Quando enfim os têm, vão imediatamente desperdiçá-los para a satisfação passional de um momento; assim vão passando a vida até que morrem. É claro que, não tendo como produzir espermatozoides em grandes quantidades, a terceira camada testicular vai se atrofiando até não produzir nenhum. A segunda camada produz células e hormônios, mas, devido à atrofia, esses não passam a outra etapa; surgem então certas inflamações e inchaços entre a segunda e a terceira camadas e, o que é pior, como consequência, isso afeta a próstata.
Esses pobres velhos degenerados são sempre operados da próstata devido a esses abusos, isto é claro, e quero que vocês o entendam de forma específica e definida. Os pobres velhos, ao não produzirem grandes quantidades de espermatozoides na terceira camada, já não têm ideias novas, porque suas células cerebrais já estão atrofiadas; determinadas áreas do cérebro já não trabalham, ficam com o que aprenderam no passado e se convertem em velhos retardatários que já não admitem nada novo, continuam com suas ideias antiquadas, lerdas e rançosas do ontem.
Claro que eles entram em choque com a juventude, porque ela está produzindo espermatozoides novos, têm ideias novas, abrem-se ao novo; então vêm os choques entre o novo e o velho. Essa é a diferença entre os jovens da “nova onda” e os homens velhos, é uma diferença completamente biológica, sexual, e quero que entendam bem isso.
O que faltaria nesta palestra é dizer como se transforma o Esperma em Energia. Terei muito prazer em explicar-lhes um artifício muito singular que os alquimistas medievais ensinavam aos seus discípulos. O artifício que vou ensinar a vocês também foi ensinado por cientistas como Brown-Sequard, nos Estados Unidos. O doutor Krumm-Heller, coronel médico de nosso glorioso Exército mexicano, o ensinou; Jung também o ensinou, e o ensinam as escolas asiáticas do Tantrismo Oriental.
Não é coisa minha, particular, eu aprendi isso de todos esses sábios e agora comunico a vocês, não como um artigo de fé ou um dogma inquebrantável. Não, se vocês querem aceitar, aceitem. Se não querem aceitar, que não aceitem. Muitas escolas aceitaram, muitas escolas rejeitaram; cada qual é livre para pensar como quiser, estou unicamente dando minha modesta opinião. O doutor Krumm-Heller dava a fórmula em latim, que dizia assim: INMISIUM MEMBRUM VIRILI IN VAGINAE FEMINA, SINE EJACULATIO SEMINIS.
Em síntese, definíramos o artifício assim: “Conexão do Lingam-Yoni sem derramar jamais o Ens Seminis”. Que se entende por Lingam? É o órgão sexual masculino, o Phalus grego. Que se entende por Yoni? É o órgão sexual da mulher. Assim, pois, na união do Lingam-Yoni, mas sem ejaculação da Entidade do Sêmen, encerra-se a chave.
Alguns cientistas modernos aceitaram-na. A Sociedade Oneida, nos Estados Unidos, experimentou essa fórmula, fizeram o seguinte: colocaram 25 casais, homens e mulheres, para trabalhar com o sexo. Durante certo tempo foi-lhes ordenado copular, mas sem ejacular a Entidade do Sêmen. Depois eram submetidos a estudos clínicos. Puderam observar a seminização completa do cérebro, o aumento de hormônios no sangue, uma melhora geral do organismo, o fortalecimento da potência sexual etc., e muitas enfermidades desapareceram.
Quando os cientistas resolviam que era necessário que tivessem filhos, davam então a liberdade para a cópula com ejaculação seminal e se obtinha a reprodução. Assim se fizeram muitas experiências na Sociedade Oneida.
Em todo caso, o interessante desse artifício, que constitui o secretum secretorum dos Alquimistas medievais, consiste em que as glândulas sexuais nunca chegam a degenerar. Já dissemos que, quando as glândulas sexuais degeneram, também as glândulas de secreção interna degeneram, todo o Sistema Nervoso passa por processos de degeneração; então vem a decrepitude e a morte.
Agora, por meio desse refinado artifício, conexão do Lingam-Yoni sem ejaculação da Ens-Seminis (como dizem médicos famosos como Arnold Krumm-Heller e Brown-Sequard), é possível conservar as glândulas sexuais ativas por toda a vida.






O chakra Svadishtana, ou prostático/uterino, nos dá potência, saúde, longevidade e controle sobre as Águas da Vida

Isso significa que um homem que praticasse com tal sistema chegaria à idade de 90 ou 100 anos ainda com capacidade de copular e de gozar livremente do prazer sexual, o que é um prazer legítimo do homem, que não é um “pecado”, que não é um tabu, que não deve ser motivo de vergonha ou dissimulação, mas é, repito, um direito legítimo do homem.
Com a transmutação pode-se deleitar do prazer sexual sem enfraquecer-se. Normalmente, depois da cópula, a pessoa se sente esgotada, mas, se não ejacula o sêmen, depois da cópula fica com vontade de repeti-la milhões de vezes e, sempre alegre e feliz; gozar sem jamais se debilitar.
Enriquecer o sangue com hormônio não é nenhum delito. Isso foi ensinado pela Sociedade Oneida dos Estados Unidos, foi ensinado também por Jung e pelos melhores sábios, em todos os lugares da Terra… Além disso, mediante a transmutação da Entidade do Sêmen em Energia, realizam-se mudanças psicológicas extraordinárias, desenvolve-se a glândula pineal.
Essa glândula já foi ativa em outros tempos, em tempos antiquíssimos da História; então os seres humanos possuíam aquele Olho que nos falou Homero em sua Odisseia, o Olho dos Lacertídeos, o Olho que viu naquele terrível gigante que queria devorá-los. Esse Olho dos Lacertídeos não é uma mera lenda sem fundamento algum… Mediante a transmutação sexual, essa glândula se desenvolve, entra em uma nova atividade. Esse é o olho que nos permite perceber o “ultra” de todas as coisas.
Nosso mundo não tem apenas três dimensões, como creem os “ignorantes ilustrados”; nosso mundo existe em uma Quarta Vertical. E ainda mais: podemos assegurar, com grande ênfase, que existe uma Quinta, Sexta e uma Sétima Vertical. Isso significa que nós não vemos nosso mundo como verdadeiramente é, e não o vemos porque nossos cinco sentidos estão degenerados, nossa glândula pineal está atrofiada.
Em nós existem também outros sentidos de percepção, mas que estão completamente degenerados. Se conseguirmos regenerá-los, poderemos perceber o mundo como ele é, com suas sete dimensões. Assim, a crua realidade dos fatos é que, mediante a Transmutação Sexual, se pode regenerar a pineal e outros sentidos que se encontram atrofiados. Assim teríamos acesso a um mundo de conhecimentos extraordinários, assim teríamos acesso às Dimensões Superiores da Natureza e do Cosmo, assim poderíamos ver, ouvir, tocar ou apalpar as grandes realidades da Vida e da Morte.
Poderíamos apreender, capturar, todos os fenômenos cósmicos em si mesmos, tal e qual são, e não como aparentemente são. Então, o importante é aproveitar toda a potencialidade sexual para seminizar o cérebro e desenvolver a glândula pineal, a hipófise e outras. Assim se conseguirá uma transformação orgânica maravilhosa.
Transmutação é a chave. Mudar o esperma, modificá-lo em energia, aí está o fundamental. Chegou a hora de compreender tudo isso a fundo, integralmente. Se um homem se propusesse a cumprir com essa fórmula tão simples, com esse artifício ensinado por Brown-Sequard, Krumm-Heller e por todos os alquimistas medievais, poderia dizer-lhes com grande ênfase e absoluta segurança, que esse homem, a longo prazo, se transformaria em um Super-Homem.
Todos necessitamos, sentimos a necessidade de nos converter em algo diferente, isto é, se não somos reacionários, porque o conservador, o retardatário, não deseja mudar. Mas, quando alguém é revolucionário de verdade, quer ser diferente, quer mudar fundamentalmente, transformar-se em algo distinto, converter-se em um Super-Homem, fazendo da doutrina de Nietzsche uma realidade.
É possível mudar, mediante a transmutação sexual. A força sexual nos colocou na existência, e isso vocês não podem negar. Nós existimos, vivemos, graças a que tivemos um pai e uma mãe. Em última síntese, a raiz de nossa própria vida está na cópula de um homem e uma mulher. Portanto, se a força sexual teve poder para colocar-nos na existência, é óbvio que é a única força que tem autoridade de verdade para transformar-nos radicalmente.
No mundo há muitas ideologias, no mundo há muitas crenças e cada qual é livre para acreditar no que quiser, mas a única força que tem autoridade para transformar-nos é a que nos criou, a que nos fez existir. Refiro-me de forma enfática, à força sexual. Aprender a manejar essa energia maravilhosa do sexo significa fazer-se senhor da criação. O psicossomático está inteiramente relacionando com o sexual. Uma suprassexualidade implica, de fato, algo suprassexual dentro do psicossomático.
Por isso eu diria a vocês, com inteira clareza, que homens como Hermes Trismegisto, Quetzalcóatl, Buda, ou como o próprio Jeshua ben Pandirá (que não é outro que o grande Cabir Jesus), foram suprassexuais. E suprassexual é o super-homem de Nietzsche.
Alguém pode alcançar a estatura de um super-homem entrando no terreno da supra-sexualidade, sabendo gozar com o amor, sabendo gozar com a mulher, sabendo viver com a alegria, com mais emoção e menos raciocínios inúteis. A emoção é o que conta e isso vale mais que tudo. Assim, de um ponto de vista revolucionário, podemos nos converter em verdadeiros Homens-Deuses, se assim o quisermos.
Bastaria que regenerássemos as áreas do cérebro, que puséssemos todas elas a trabalhar, e então assim faríamos um mundo melhor. Em todo caso, creio que é indispensável saber que a chave dada para a transmutação significa também a chave para a regeneração…
Samael Aun Weor

Fonte: GnosisOnline



Quem é Samael Aun Weor 

Samael Aun Weor, pseudônimo de Victor Manuel Gómez Rodríguez (Bogotá, 6 de março de 1917 — Cidade do México, 24 de dezembro de 1977), foi um escritor, palestrante e fundador do Movimento Gnóstico Cristão Universal. Seu ensinamento de "A Doutrina da Síntese" de todas as religiões em ambos os seus aspectos esotéricos e exotéricos tem sido chamado de neognóstico pelo historiador do esoterismo Arthur Versluis e chamado pelo historiador Jean-François Mayer "a ciência da consciência ou o conhecimento que pode ser alcançado através de certas técnicas." Em seus mais de sessenta livros e centenas de conferências realizadas, ele descreve um ensinamento chamado de "gnosis", a palavra grega para "conhecimento", a partir do qual é derivado o nome de "gnosticismo".

Fonte: Wikipedia

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Fosfenismo {Francesc Celma} (Português/Espanhol)

Símbolo do fosfenismo, desenvolvido pelo médico Francis Lefebure


Desde a origem dos tempos o homem tem buscado a luz, tem se rodeado de luz, desejado ser luz, ter, dar e receber luz, sua luz interior, a luz da alma, a luz que lhe guia, a luz que lhe nutre, a luz que lhe conforta. A humanidade, portanto, embasou toda sua evolução espiritual em conceitos vinculados à luz. 


Todas as religiões, todas as iniciações, todos os ritos de expansão da consciência utilizam a luz como eixo central de seus ensinamentos que, ademais, indefectivelmente se dirigem à luz primordial e que segundo eles, ilumina seu caminho e seu devir.


Um marco sem precedentes na história da humanidade é o descobrimento do fogo. O fogo permite ao homem aquecer-se, cozinhar os alimentos, afugentar os animais, etc. Nesse momento, não existe ao redor do fogo ainda nenhuma liturgia, nenhuma poesia, nenhuma manipulação do conceito inerente à palabra fogo, isto é, a luz. Efetivamente, falar de fogo é falar de luz, mas nessa época primigênia essa luz recém descoberta devia ser vigiada sem cessar, já que esse dom divino acabado de se descobrir desapareceria subitamente por um descuido… Perdê-la devia ser catastrófico e provavelmente em alguma ocasião assim ocorreu. Sempre, em todo momento, em toda circunstância, o fogo devia estar vigiado, a sobrevivência do grupo dependia do cuidado com que essa vigilância fosse feita. O personagem encarregado de vigiar o fogo, isto é, a luz, acabou convertendo-se no xamã do grupo, no personagem mais importante, nesse tipo de sociedade. Um sujeito que não só entesourava o poder da cura ou o poder da vidência, mas também ostentava a liderança política do grupo, definitivamente. O xamã, o guarda do fogo, era o ser mais proeminente dessas sociedades primitivas.



O clã, o grupo, não fazia mais do que ser guiado por um observador da luz, por um guardião do fogo. A partir desse momento todos os ritos, todas as iniciações, todas as religiões se basearam nessa observação da luz. Quando dizemos todas queremos dizer todas. A necessidade de liderança, de distinção, de poder, ao longo da história, fez com que os personagens que no passado controlaram a ciência da luz não explicassem os segredos da mesma mais que a um reduzido grupo para assim, em meio ao mistério, edificarem impérios. Às vezes é difícil, se não se tem a informação, dar-se conta deste denominador comum presente em todos os processos de ativação psicológica e espiritual. Por exemplo, quando falamos da luz falamos do sol, do céu luminoso, dos reflexos do sol na água ou também em qualquer superfície polida, da observação das estrelas, da observação da lua, dos exercícios de fixação do olhar em uma vela, etc., de um modo ou de outro sempre se tem procurado olhar a luz. 


Alexandra David-Neel foi uma reconhecida investigadora dos exercícios que se realizavam no Tibete. Ela descobriu que havia um volumoso, secreto e bem guardado livro que explicava como interpretar os signos que aparecem quando se observa fixamente o sol. O imperador romano Juliano, (chamado o apóstata, o que renega sua fé) que chegou a ordenar a seus soldados rezar olhando fixamente para o sol (a observação fixa dura só dois ou três segundos), foi um dos muitos que foram iniciados no culto solar da religião de Mitra.


Imagina Deus como uma luz na luz é uma frase importante no Corão. Os incas rezavam olhando o sol. Em Fátima, 70.000 pessoas vieram dançar, tremer enquanto escureceu-se o sol. Assim, 70.000 pessoas olharam o sol. Em Saint-Paul-d’Espis (Tarn y Garona, França), em 1947, se produziram quatro “prodígios solares” parecidos aos de Fátima diante de vários centenas de pessoas. A Igreja proibiu aos fiéis e ao clero publicar qualquer coisa referente a essas “danças do sol”. A razão desta proibição é clara: como o começo e o desenvolvimento eram parecidos aos de Fátima, e também aos de Tilly-sur-Seulles (Calvados, França) por volta de 1900, haveria resultado evidente, ao compará-los, que o que ocorreu em Fátima não foi uma “suspensão das leis naturais”, mas um fenômeno científico estudável. Etimologicamente a palavra adoração provém do latim adorare, que quer dizer “rezar”, de modo que, quando se fala de adorar o sol se está falando de rezar olhando fixamente o sol como fazem os zoroástricos. A definição da palavra “mago”, segundo os dicionários, é sacerdote de Zaratustra... O taoístas foram perseguidos por explicar os segredos de seus senhores. Eles praticavam observações fixas do reflexo do sol em um espelho e dos reflexos da lua sobre uma concha bem polida. Os cátaros rezavam olhando fixamente o sol, porque segundo diziam, Cristo assim o havia ensinado. Seu refúgio, o castelo de Montsegur, foi construído como um templo solar. A luz impulsiona em direção ao bem - Maniqueu (Les cathares de Montségur, Fernand Niel, Ed. Berghers), por isso, havia ordenado aos maniqueus que rezassem sete vezes ao dia olhando fixamente o sol. Foi condenado à morte pelo clero zoroástrico da época, que não queria este retorno às fontes. Segundo certas tradições, em suas origens, os peregrinos de Santiago de Compostela utilizavam a concha como pequeno recipiente para pôr água e deviam rezar olhando fixamente o reflexo do sol nessa água.




Nos Mistérios de Elêusis o iniciado era recluso em uma cova e devia olhar uma tocha para mais tarde, com os olhos vendados, observar o que passava em seu campo visual. Nesse momento devia pensar em uma espiga de trigo. Desvelar o segredo levava à pena de morte. No Egito foi Akenaton quem instaurou o culto ao sol. Após sua morte os sacerdotes fizeram desaparecer completamente os traços de sua lembrança. Os imperadores chineses recebiam o nome de filhos do céu porque segundo se dizia, obtinham seu poder do céu. A religião arcaica chinesa era um culto do céu luminoso. Os lamas tibetanos até hoje praticam com freqüência a observação fixa do céu luminoso e das estrelas. Os imperadores japoneses eram chamados os filhos do sol, porque o xintoísmo é um culto solar. O Buda pertencia a um povo onde seus membros eram chamados os descendentes do sol. No mito xintoísta a deusa do sol mandou seu sobrinho à terra dando-lhe um espelho e uma mensagem: venera este espelho como veneras a nós. Os celtas praticavam a observação fixa dos reflexos do sol na água para desenvolver o dom da adivinhação. O monte Athos, célebre promontório grego coberto de monastérios, foi citado por Heródoto como sítio monástico. Sua vocação mística é, portanto, anterior ao cristianismo e foi cristianizado posteriormente. É um fóssil vivo dos métodos místicos pre-históricos. Ainda hoje, alguns monges recitam a Bíblia olhando fixamente o sol nascente e depois projetam o olhar no umbigo.



Pode ser que, a esta altura, possamos convir, a maioria de nós, que a frase Deus é a luz que guia os homens, pode, deve e tem outro significado neste momento.


O Doutor Lefebure descobriu que quando se observa fixamente uma luz, uma “lâmpada fosfênica” (é imprescindível trabalhar com o material especializado criado pelo Fosfenismo para evitar riscos oculares), aparece no campo visual uma imagem que denominamos “fosfeno”. Esta imagem, longe de ser simplesmente uma imagem de persistência retiniana, é um elemento vinculado a nossa atividade cerebral, psicológica, emocional e espiritual. Assim, trabalhar com o fosfeno com os exercícios de Fosfenismo, favorece a ideação, a concentração, a criatividade, a motricidade, a intuição, etc., além de desenvolver as capacidades sutis e espirituais do indivíduo. Isto é, potencializa a inteligência e a espiritualidade. Nada diferente do que nos dizem todas as religiões, mas desta vez com a possibilidade de compreender o que fazemos, dirigir a nosso bel-prazer essa fantástica força interior para o aspecto que criamos oportunamente, com autonomia, sem restrições, com a alegria própria que dá a consciência e o controle que proporciona, sem dependências, sem álibis. E tudo isso de um modo tão e tão fácil que parece incrível. Estamos acostumados ao pedantismo do complexo, à subordinação do revés, que às vezes não levantamos o olhar para contemplar o evidente, que quando se manifesta, atinge continuamente nossa consciência em forma de sensação, uma sensação extremamente familiar para os praticantes do Fosfenismo.




Pense em uma casa. Já está aí? Bem, agora essa imagem que está dentro de sua cabeça, que você sabe que está, mas eu não, demonstre-me que existe; seu pensamento é seu e só seu, é uma percepção subjetiva, mas como todos a vivenciamos, a convertemos em objetiva. Conhece algo que esteja você pensando ou sentindo que possa exteriorizar-se? Os teósofos falavam das formas-pensamento. De algum modo se especula que ao se pensar em uma casa em seu campo vital se cria efetivamente uma imagem de uma casa. De acordo, mas, pode você emprestar-me sua casa? Não. 


Vamos imaginar que olhamos a “lâmpada fosfênica” do Doutor Lefebure. Durante trinta segundos olhamos uma luz especial, extremamente agradável, muito relaxante e com características de temperatura, de cor e de espectro solar, excepcionais, de modo que se utiliza como luz natural; se passado esse tempo fechamos os olhos, em nosso campo visual aparece um sol maravilhoso, se manifesta com vida própria, com um ritmo e com um constante surgir de cores que seguem padrões específicos vinculados a nossa atividade cerebral durante aproximadamente três minutos. 


Este sol interior, por certo ponto nevrálgico de todas as iniciações, o vemos você o seu e eu o meu, correto? Assim como a casa. O que ocorre é que podemos demonstrar, graças aos trabalhos do Doutor Lefebure, que tem relação direta com o comportamento mental, psicológico e espiritual da pessoa. Entendido isto, continuemos brincando. Realizamos a experiência uma vez mais, ambos olhamos a “lâmpada fosfênica” trinta segundos e olhamos nosso fosfeno durante três minutos que é parecido com o anterior, não igual - existem sutilezas nas cores, mas poderíamos convir que é parecido.


Agora faremos um fosfeno você e eu de novo. Você fechará os olhos como anteriormente, mas eu não. Com os olhos abertos vou projetar meu fosfeno sobre você, exatamente igual a que se você pensasse em minha casa, só que nesta ocasião verei meu pensamento, o fosfeno. Para sua surpresa sua luz interior, seu sol interior, mudará com relação às experiências anteriores de uma forma excepcional. Você se verá claramente modificado, inclusive, provavelmente veja meu fosfeno dentro do seu. Não é tudo. Freqüentemente a pessoa que realiza a experiência sente algumas sensações físicas muito marcantes.


Meu pensamento se exteriorizou e foi capaz de modificar seu fosfeno. Que espetacular, que impressionante, que caudal energético para utilizar. Que fantástica energia é capaz de, após trinta segundos, trasladar-se e interagir com uma realidade externa desse modo? A luz, o fosfeno, o Fosfenismo.


Isto, que por si só já é absolutamente fantástico e revolucionário, não é nada comparado com o descobrimento de que a energia da luz, o fosfeno, mesclada com um pensamento, traslada toda a força, toda a energia lumínica, essa capaz de exteriorizar-se, ao pensamento associado. Razão pela qual todas as culturas observam a luz, jamais de um modo poético ou marginal, nunca unicamente como elemento de sobrevivência, sempre como um acelerador dos processos mentais e vitais. O problema sempre foi que vivemos a luz com intermediários, xamãs, gurus, iluminados, e um longo, tedioso e conhecido caminho, etc., e o custo de nossa aprendizagem, de nossa evolução, se encareceu.É o que sucede normalmente com os intermediários.




Não fazemos nada sem nossa mente, nossas emoções e nosso espírito. Assim, se o fosfeno as amplifica, imaginamos o que podemos fazer com ele? Tudo. A luz é vida, a vida é luz. 


Se algo é complicado, não é interessante. O Fosfenismo não é complicado, é extenso; analisa todos os processos de ativação da consciência. A luz é um deles, mas não o único. Existem outros denominadores comuns na história evolutiva de nosso cérebro utilizados por todas as culturas e religiões que o Fosfenismo explica e põe ao alcance de todo o mundo. 


Desde sempre os cientistas, os físicos mais concretamente, buscam sem cessar o que denominam as leis do todo, a teoria unificada, a superforça. Com a física quântica estão muito mais próximos de conseguí-lo. Atualmente se fala da teoria das cordas e das supercordas, que seriam os elementos últimos responsáveis da realidade tal e como a conhecemos. O que as leis da física pretendem ser para o mundo quântico são os descobrimentos fosfênicos para o mundo espiritual e de expansão da consciência. É absolutamente incrível que milhares de cientistas trabalhem para compreender de que está constituída nossa realidade física e nenhum se ocupe das leis que governam nosso desenvolvimento espiritual. É incrível que não se tenha realizado nenhum esforço em buscar uma síntese de tudo o que o homem ao longo da historia fez para evoluir mental e espiritualmente, exceto naturalmente, o Doutor Lefebure. O Fosfenismo explica todas as técnicas iniciáticas à luz do raciocínio científico para colocá-las ao alcance de todo o mundo. Ninguém tinha feito eco do fato de que todas as culturas utilizam a observação do número de pontos de luz, mas esta constatação por si importantíssima, não seria nada sem a explicação científica do como e do porque essa luz, desejada por toda a humanidade, ativa nosso cérebro, nossa psique e nosso espírito.


Por essa razão, não podemos falar do Fosfenismo como uma técnica mais, como um método mais, como uma terapia mais, do mesmo modo que não podemos falar da física quântica de vanguarda em termos de tendência, de moda ou de hipótese. Tanto um como o outro esquadrinham os fundamentos, um da espiritualidade e o outro da realidade física.


Se torna, então, mais evidente a frase com a que termino os prólogos dos livros editados em espanhol: quien no haya quedado fuertemente impresionado por el Fosfenismo, es que no lo ha entendido (quem não tenha ficado fortemente impressionado pelo Fosfenismo, é porque não o entendeu).


Versão original em Espanhol:


Desde el origen de los tiempos el hombre ha buscado la luz, se ha rodeado de luz, ha intentado ser luz, tener, dar y recibir luz, su luz interior la luz del alma, la luz que le guía, la luz que le nutre, la luz que le reconforta. La humanidad, de hecho, ha basado toda su evolución espiritual en conceptos vinculados a la luz. 


Todas las religiones, todas las iniciaciones, todos los ritos de expansión de la conciencia han utilizado la luz como eje vertebrador de sus enseñanzas que, además, indefectiblemente se dirigen hacia la luz primordial y que según ellos alumbra su camino y su devenir.


Un hito sin precedentes en la historia de la humanidad es el descubrimiento del fuego. El fuego permite al hombre calentarse, cocinar los alimentos, ahuyentar a los animales, etc. En ese momento no existe alrededor del fuego ninguna liturgia, ninguna poesía, ninguna manipulación del concepto inherente a la palabra fuego, es decir la luz. Efectivamente, hablar de fuego es hablar de luz, pero en esa época primigenia esa luz recién descubierta debía ser vigilada sin cesar, que ese don divino acabado de descubrir desaparecieran súbitamente por un descuido… Perderla debió ser catastrófico y probablemente en alguna ocasión así sucedió. Siempre, en todo momento, en toda circunstancia, el fuego debía estar vigilado, la supervivencia del grupo dependía del cuidado con que esa vigilancia se efectuará. El personaje encargado de vigilar el fuego, es decir, la luz, acabó convirtiéndose en el chamán del grupo, en el personaje más importante, en ese tipo de sociedades. Un sujeto que no sólo atesoraba el poder de la sanación o el poder de la videncia, también ostentaba el liderazgo político del grupo, en definitiva. El chamán, el custodio del fuego, era el ser más preeminente de esas sociedades primitivas.


El clan, el grupo, no hacía más que ser guiado por un observador de la luz, por un guardián del fuego. A partir de ese momento todos los ritos, todas las iniciaciones, todas las religiones se han basado en esa observación de la luz, cuando decimos todas queremos decir todas. La necesidad de liderazgo, de distinción, de poder, a lo largo de la historia, ha hecho que los personajes que antaño controlaron la ciencia de la luz no explicaran los secretos de la misma más que a un reducido grupo para así, alrededor del misterio, edificaron imperios. En ocasiones es difícil, si no se tiene la información, darse cuenta de este denominador común presente en todos los procesos de activación psicológica y espiritual. Por ejemplo, cuando hablamos de la luz hablamos del sol, del cielo luminoso, de los reflejos del sol en el agua o también en cualquier superficie pulida, de la observación de las estrellas, de la observación de la luna, de los ejercicios de fijación de la mirada en una vela, etc., de un modo o de otro siempre se ha procurado mirar la luz. 


Alexandra David-Neel fue una reconocida investigadora de los ejercicios que se realizaban en el Tíbet. Ella descubrió que había un grueso secreto y custodiado libro que explicaba cómo interpretar los signos que aparecen cuando se observa fijamente el sol. El emperador romano Juliano, (llamado el apóstata, el que reniega de su fe) llegó a ordenar a sus soldados rezar mirando fijamente al sol (la observación fija apenas dura dos o tres segundos), fue uno de los muchos que fueron iniciados en el culto solar de la religión de Mitra.


Imagina que a Dios como una luz en la luz es una frase importante en el Corán. Los incas rezaban mirando el sol. En Fátima, 70.000 personas vieron bailar, temblar y oscurecerse el sol. Así pues, 70.000 personas miraron al sol. En Saint-Paul-d’Espis (Tarn y Garona, Francia), en 1947, se produjeron cuatro «prodigios solares» parecidos a los de Fátima delante de varios centenares de personas. La Iglesia prohibió a los fieles y al clero publicar cualquier cosa referente a esas «danzas del sol». La razón de esta prohibición es clara: como el comienzo y el desarrollo eran parecidos a los de Fátima, y también a los de Tilly-sur-Seulles (Calvados, Francia) hacia 1900, habría resultado evidente, al compararlos, que lo que ocurrió en Fátima no fue una «suspensión de las leyes naturales» sino un fenómeno científico estudiable. Etimológicamente la palabra adoración proviene del latín adorâre que quiere decir rezar, de modo que, cuando se habla de adorar al sol se está hablando de rezar mirando fijamente el sol como hacen los zoroástricos. La definición de la palabra «mago», según los diccionarios, es sacerdote de Zaratustra... Los taoístas fueron perseguidos por explicar los secretos de sus señores. Ellos practicaban observaciones fijas del reflejo del sol en un espejo y de los reflejos de la luna sobre una concha muy pulida. Los cátaros rezaban mirando fijamente el sol, porque según decían Cristo así lo había enseñado. Su refugio, el castillo de Montsegur, fue construido como un templo solar. La luz impulsa hacia el bien, Manès, (Les cathares de Montségur, Fernand Niel, Ed. Berghers), por eso había ordenado a los maniqueos que rezaran siete veces al día mirando fijamente el sol. Fue condenado a muerte por el clero zoroástrico de la época, que no quería este retorno a las fuentes. Según ciertas tradiciones, en sus orígenes, los peregrinos hacía Santiago de Compostela utilizaban la concha como pequeño recipiente para poner agua y debían rezar mirando fijamente el reflejo del sol en esa agua.


En los misterios de Eleusis al iniciado se le recluía en una cueva y debía mirar una antorcha para más tarde con los ojos vendados observar lo que pasaba en su campo visual. En ese momento debía pensar en una espiga de trigo. Desvelar el secreto estaba penado con la muerte. En Egipto fue Akenaton quien instauró el culto al sol. Tras su muerte los sacerdotes hicieron desaparecer completamente las huellas de su recuerdo. Los emperadores chinos recibían el nombre de hijos del cielo porque según se decía obtenían su poder del cielo. La religión arcaica china era un culto del cielo luminoso. Los lamas tibetanos todavía hoy practican con frecuencia la observación fija del cielo luminoso y de las estrellas. Los emperadores japoneses eran llamados los hijos del sol, porque el sintoísmo es un culto solar. El buda pertenecía a un pueblo donde sus miembros se hacía llamar los descendientes del sol. En el mito Shinto la diosa del sol mandó a su sobrino a la tierra dándole un espejo y un mensaje: venera este espejo cómo nos veneras a nosotros. Los celtas practicaban la observación fija de los reflejos del sol en agua para desarrollar el don de la adivinación. En el monte Athos, célebre promontorio griego cubierto de monasterios, fue citado por Herodoto como sitio monacal. Su vocación mística es, por consiguiente, anterior al cristianismo y fue cristianizado posteriormente. Es un fósil viviente de los métodos místicos prehistóricos. Todavía hoy, algunos monjes recitan la Biblia mirando fijamente el sol naciente y después proyectan la mirada en el ombligo.


Puede que a estas alturas podamos convenir, la mayoría de nosotros, que la frase: Dios es la luz que guía a los hombres, puede, debe y tiene otro significado en este momento.


El Doctor Lefebure descubrió que cuando se mira fijamente una luz, una «lámpara fosfénica» (es imprescindible trabajar con el material especializado creado por Fosfenismo para evitar riesgos oculares), aparece en el campo visual una imagen que denominamos fosfeno. Esta imagen, lejos de ser simplemente una imagen de persistencia retiniana, es un elemento vinculado a nuestra actividad cerebral, psicológica, emocional y espiritual. Así pues trabajar con el fosfeno con los ejercicios de Fosfenismo, favorece la ideación, la concentración, la creatividad, la motricidad, la intuición, etc., además de desarrollar las capacidades sutiles y espirituales del individuo. Es decir, potencializa la inteligencia y la espiritualidad. Nada distinto a lo que nos han dicho todas las religiones, pero esta vez con la posibilidad de comprender lo que hacemos, dirigir a nuestro antojo esa fantástica fuerza interior hacia el aspecto que creamos oportuno, con autonomía, sin restricciones, con la alegría propia que da la conciencia y el control que proporciona, sin dependencias, sin coartadas. Y todo ello de un modo, tan y tan fácil que parece increíble. Estamos acostumbrados a la pedantería de lo complejo a la subordinación de lo enrevesado y en ocasiones no alzamos la mirada para contemplar lo evidente, que cuando se manifiesta, golpea una y otra vez nuestra conciencia en forma de sensación, una sensación extremadamente familiar para los practicantes del Fosfenismo. 


Piense en una casa. ¿Ya está? Bien, ahora esa imagen que está dentro de su cabeza, que usted sabe que está, pero yo no, demuéstreme que existe; su pensamiento es suyo y solo suyo, es una percepción subjetiva, pero como todos la vivimos la convertimos en objetiva. ¿Conoce algo que esté usted pensando o sintiendo que pueda exteriorizarse? Los teósofos hablaban de las formas-pensamiento. De algún modo se especula que si piensa en una casa en su campo vital se crea efectivamente una imagen de una casa. De acuerdo, pero, ¿puede usted prestarme su casa? No. 


Vamos a imaginar que miramos la «lámpara fosfénica» del Doctor Lefebure. Durante treinta segundos miramos una luz especial, extremadamente agradable, muy relajante y con unas características de temperatura de color y de espectro solar, excepcionales, de hecho se utiliza como luz natural; si pasado ese tiempo cerramos los ojos, en nuestro campo visual aparece un sol maravilloso, se manifiesta con vida propia, con un ritmo y con un constante devenir de colores que siguen unos patrones específicos vinculados nuestra actividad cerebral durante aproximadamente tres minutos. 


Este sol interior, por cierto punto neurálgico de todas las iniciaciones, lo hemos visto usted el suyo y yo el mío, ¿correcto? De hecho como la casa. Lo que ocurre es que podemos demostrar, gracias a los trabajos del Doctor Lefebure, que tiene relación directa con el comportamiento mental, psicológico y espiritual de la persona. Entendido esto, vamos a continuar jugando. Realizamos la experiencia una vez más, los dos miramos la «lámpara fosfénica» treinta segundos y miramos nuestro fosfeno durante tres minutos que es parecido al anterior, no igual, existen sutilezas en los colores, pero podríamos convenir que es parecido.


Ahora haremos un fosfeno usted y yo de nuevo. Usted cerrará los ojos como anteriormente pero yo no. Con los ojos abiertos voy a proyectar mi fosfeno sobre usted, exactamente igual que si, sobre usted pensara en mi casa, sólo que en esta ocasión voy a ver mi pensamiento, el fosfeno. Para su sorpresa su luz interior, su sol interior, cambiará respecto a las experiencias anteriores de una forma excepcional. Se verá claramente modificado, incluso, probablemente vea mi fosfeno dentro del suyo. No es todo. Frecuentemente la persona que realiza la experiencia siente unas sensaciones físicas muy marcadas.


Mi pensamiento se ha exteriorizado y ha sido capaz de modificar su fosfeno. Que espectacular, que impresionante, que caudal energético para utilizar. ¿Que fantástica energía es capaz de, tras treinta segundos, trasladarse e interactuar con una realidad externa de ese modo? La luz, el fosfeno, el Fosfenismo.


Esto que ya de por sí es absolutamente fantástico y revolucionario, no es nada comparado con el descubrimiento de que la energía de la luz, fosfeno, mezclada con un pensamiento, traslada toda la fuerza, toda la energía lumínica, esa capaz de exteriorizarse, al pensamiento asociado. Razón por la cual todas las culturas han mirado la luz, jamás de un modo poético o marginal, nunca únicamente como elemento de supervivencia, siempre como un acelerador de los procesos mentales y vitales. El problema siempre ha sido que hemos vivido la luz con intermediarios, chamanes, gurús, iluminados, y un largo, tedioso y conocido, etc., y el coste de nuestro aprendizaje, de nuestra evolución, se ha encarecido. Es lo que sucede normalmente con los intermediarios.


No hacemos nada sin nuestra mente, nuestras emociones y nuestro espíritu. Así pues, si el fosfeno las amplifica, ¿se imagina lo que podemos hacer con él? Todo. La luz es vida, la vida es luz. 


Si algo es complicado, no es interesante. El Fosfenismo no es complicado, es extenso; analiza todos los procesos de activación de la conciencia. La luz es uno de ellos, pero no el único. Existen otros denominadores comunes en la historia evolutiva de nuestro cerebro utilizados por todas las culturas y religiones que el Fosfenismo explica y pone al alcance de todo el mundo. 


Desde siempre los científicos, los físicos más concretamente, buscan sin cesar lo que denominan las leyes del todo, la teoría unificada, la superfuerza. Con la física cuántica están mucho más cerca de conseguirlo. Actualmente se está hablando de la teoría de las cuerdas y de las supercuerdas, que serían los elementos últimos responsables de la realidad tal y como la conocemos. Lo que las leyes de la física pretenden ser al mundo cuántico son los descubrimientos fosfénicos al mundo espiritual y de expansión de la conciencia. Es absolutamente increíble que miles de científicos trabajen para comprender de que está constituida nuestra realidad física y ninguno se ocupe de las leyes que gobiernan nuestro desarrolló espiritual. Es increíble que no se haya realizado ningún esfuerzo en buscar una síntesis de todo lo que el hombre a lo largo de la historia ha hecho para evolucionar mental y espiritualmente, excepto naturalmente, el Doctor Lefebure. El Fosfenismo explica todas las técnicas iniciáticas a la luz del razonamiento científico para ponerlas al alcance de todo el mundo. Nadie se había hecho eco del hecho de que todas las culturas hayan utilizado la observación cifra de puntos de luz, pero esta constatación ya de por sí importantísima, no sería nada sin la explicación científica del como y el porqué esa luz, anhelada por toda la humanidad, activa nuestro cerebro, nuestra psique y nuestro espíritu.


Por esa razón, no podemos hablar del Fosfenismo como una técnica más, como un método más, como una terapéutica más, del mismo modo que no podemos hablar de la física cuántica de vanguardia en términos de tendencia, de moda o de hipótesis. Tanto uno como la otra escudriñan los cimientos, uno de la espiritualidad y la otra de la realidad física.


Se hace pues más evidente la frase con la que suelo terminar los prólogos de los libros editados al castellano: quien no haya quedado fuertemente impresionado por el Fosfenismo, es que no lo ha entendido.


Francesc Celma
Director de Fosfenismo® España e Iberoamérica


Fonte: http://revistahorizonte.blogspot.com.br