Libertação da Terra
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sábado, 11 de julho de 2026
Você sempre me ensinou a ser selvagem, por entre sombras e esquecimentos
sexta-feira, 10 de julho de 2026
A iluminação, o despertar ou samadhi, segundo o Yoga
sábado, 4 de julho de 2026
Quando me faltava ar {Vinícius Mendes Ribeiro
Quando me faltava ar
Prendi a respiração por muito tempo para poder querer ser alguém prático.
Ou seja, jamais quis ser alguém pragmático. Onde falta ar, falta ação material
e vida prática. O que fica é só o deserto da mente e suas nuvens chamados
pensamentos.
Vivi desertos de fôlego e calor interno escaldante. Uma febre chamada
infância da vida. O calor vazio das horas se torna agudo nos sofrimentos. E
como sofri. Também amei. Mas como sofri. E sofrer é conhecer a solidão da vida,
e da morte. Sofrer é aprender a aceitar que há um pós esta vida material e de desejos.
Hoje se me há mais fôlego, a falta dele me fez aprender - sob a secura - mais sobre o vazio. Hoje, procuro somente alinhar as velas de meu barco para os
ventos e as ondas que a vida me destina.
E o vazio da falta de ar é o calor elétrico para a luz da vida colapsar e brilhar.
domingo, 28 de junho de 2026
Como meditavam os primeiros cristãos?
Como meditavam os primeiros cristãos?
Os primeiros cristãos (séculos I a IV) tinham práticas como:
Leitura lenta e repetitiva das Escrituras, especialmente dos Salmos, deixando que as palavras "descessem ao coração". Essa prática daria origem ao que mais tarde seria chamado de lectio divina.
Repetição contínua de pequenas orações ou versículos. Por exemplo:
"Senhor Jesus Cristo, tem piedade de mim."
Versículos dos Salmos repetidos durante o dia.
Longos períodos de silêncio e recolhimento, sobretudo entre os Padres do Deserto, que buscavam aquietar os pensamentos para permanecer na presença de Deus.
Atenção constante à presença divina, procurando manter uma consciência contínua de Deus ao longo do dia.
Há semelhanças com a meditação oriental?
Há várias semelhanças no método:
postura corporal estável;
silêncio;
respiração calma (alguns relatos sugerem que a oração era naturalmente sincronizada com a respiração, embora isso tenha sido desenvolvido mais claramente depois na tradição hesicasta);
repetição de uma palavra ou frase sagrada;
observação dos pensamentos sem se deixar dominar por eles;
cultivo da paz interior.
Esses elementos lembram práticas do Yoga, do Budismo e do Taoismo.
Quais são as diferenças?
A principal diferença está no objetivo.
Na maior parte das tradições orientais, busca-se a realização da natureza última da mente, a iluminação, o despertar ou a união com o Absoluto.
No cristianismo primitivo, a contemplação tinha como centro o relacionamento amoroso com Deus revelado em Jesus Cristo. O silêncio não era um fim em si mesmo, mas uma abertura para a ação da graça divina.
Os Padres do Deserto
Autores como Evágrio Pôntico e João Cassiano ensinaram que era preciso:
recolher a atenção;
abandonar pensamentos dispersivos;
repetir uma breve oração;
permanecer em silêncio interior;
alcançar a hesychia (quietude profunda).
Essa descrição é notavelmente semelhante, em termos psicológicos, a práticas meditativas orientais, embora inserida em uma espiritualidade cristã.
Dr Vinícius Ribeiro, psicanalista, naturopata e homeopata (crtp9179).
sábado, 27 de junho de 2026
O silêncio é uma benção e um prêmio ao mesmo tempo {Vinícius Mendes Ribeiro}
O silêncio é uma benção e um prêmio ao mesmo tempo. Uma benção, pois no silêncio Deus se expressa na sua plenitude, para além da cadeia da linguagem. E um prêmio, pois geralmente valorizamos o silêncio tarde, depois de muito falar e pensar. Uma benção, pois no silêncio Deus se expressa na sua plenitude, para além da cadeia da linguagem. E um prêmio, pois geralmente valorizamos o silêncio tarde, depois de muito falar e pensar.
sexta-feira, 12 de junho de 2026
Citação Bíblica contra a carne
Comendo animais?!
Que parte do "Não Matarás" vocês não entenderam?



